Dia da Reforma Protestante, o início do Luteranismo

Iniciada pelas 95 teses de Martinho Lutero, a Igreja Luterana rompeu com doutrinas católicas e conquistou 85 milhões de fiéis no mundo e mais de um milhão no Brasil

Em 1517, quando o Brasil acabara de ser “descoberto” pelos portugueses e aqui só os índios habitavam, na Alemanha católica, o frade e teólogo Martinho Lutero pregou uma proposta de reforma da doutrina, conhecida como as 95 teses, na porta da Igreja do Castelo. O fato aconteceu em 31 de outubro, por isso a data é celebrada até hoje como o início de uma nova religião.

A grande divergência com a fé católica , defendida por Lutero, era de que “a salvação vem somente pela graça, somente pela fé e somente por Cristo”, atacando duramente a venda de indulgências, ou seja, a obtenção de perdão para um determinado pecado em troca de dinheiro. Lutero e os seus seguidores foram excomungados pelo Papa Leão X, sem que ele voltasse atrás, abrindo caminho para o surgimento de outras religiões cristãs pelo mundo.

A Igreja Luterana é hoje uma das principais, com 85 milhões de fiéis protestantes, que são hoje chamados “evangélicos”. No Brasil, ela surgiu primeiramente no Rio Grande do Sul, em 1900, bem depois da colonização portuguesa e da conversão de indígenas ao catolicismo pelos jesuítas.

Na Escócia, 31 de outubro é feriado nacional, assim como em alguns estados da Alemanha. Mas na maioria das igrejas mundo afora, a data da celebração do Dia da Reforma é ajustada para que caia no último domingo do mês de outubro.

Será que ninguém mais lê?

Pesquisa do Banco Mundial aponta que os estudantes brasileiros demorarão mais de 260 anos para atingir a qualidade de leitura de países desenvolvidos. O que dirá dos não estudantes?

Um texto de jornal, blog, legendas nas redes sociais ou mesmo um contrato, a bula de um remédio? Quem sabe o cardápio… Será que ninguém lê? Será que há no mundo mais “escritores’ que leitores? O que será dos livros então, aqueles tradicionais impressos de muitas páginas, caprichosamente editados e publicados com capas cheias de arte, com histórias fascinantes, ou informações relevantes, tornando a realidade mais compreensível, seja lá qual for o objetivo do leitor? O hábito da leitura é mesmo um desafio.

Conquistar um leitor e prender a sua atenção se tornou tarefa árdua. Leitores são como peixes raros fisgados na imensidão de um oceano repleto de preguiça ou falta de tempo (embora o tempo seja sempre uma questão bastante relativa).

“No início de 2018, o Banco Mundial lançou uma pesquisa apontando que os estudantes brasileiros demorarão mais de 260 anos para atingir a qualidade de leitura de países desenvolvidos. O quadro desanimador aponta um risco para o pensamento crítico dos estudantes brasileiros, pois a leitura estimula a reflexão e a interação entre ideias que fomentam discussões proveitosas para o desenvolvimento do conhecimento. Quanto menos a leitura for estimulada, menor será o pensamento crítico dos jovens, principalmente estudantes, no ambiente social.”

Esse pedaço de texto está em uma reportagem da Revista Exame, de maio de 2019, e aponta o dado preocupante considerando apenas estudantes. O que dirá do restante da população? Outras pesquisas apontam que o jovem lê mais (talvez devido às obrigações escolares) do que as pessoas na vida adulta. Independentemente, se alguém leu ou não o texto acima, o fato é que para “43% dos leitores, a falta de tempo se torna um grande inimigo”. Aliado a isso, tem-se o problema do desinteresse por parte dos não leitores. Por esses dois principais motivos, “faz-se necessária a construção de uma leitura interessante e de fácil acesso a todas as camadas sociais”, completa a revista.

Triste, não é? Triste? O que é triste? Será que você leu até aqui? Se leu, aproveite para refletir. Em outubro, há três datas sugestivas (e só sabe quem lê e se informa): o Dia Nacional da Leitura (12), Dia do Professor (15) e Dia Nacional do Livro (29). Juntamos as três neste artigo de cinco curtos parágrafos para te inspirar. Ler não é uma questão de vocação ou gosto, é um hábito. Não há limite de idade, pois é mais uma questão de interesse e de querer saber mais. Além de respeito ao escritor! Se alguém escreveu algo, foi em consideração a quem lê. Lembre-se disso quando sentir-se desanimado a continuar uma leitura, insistir pode fazer a diferença na sua rotina de leitor.

Dia do Contato: o elo do mercado publicitário

Em cada anúncio, seja no jornal, no rádio, na tv ou internet, o contato publicitário atua como ponte entre empresas, meios de comunicação, agências e o público

O contato publicitário nasceu junto com a própria publicidade. No mundo em que o Marketing passou a ser “a alma do negócio”, o contato surgiu para vender o tempo e o espaço em veículos de comunicação para empresas fazerem publicidade. Em 21 de outubro de 1968, iniciou-se o reconhecimento da profissão com uma primeira homenagem e, em 1971, criou-se o Dia do Contato.

Como elo entre empresas, meios de comunicação, agências de publicidade e o público, o contato é a base de empresas de comunicação, uma vez que o faturamento depende essencialmente de anunciantes, e também é ele que movimenta, na prática, todo o mercado publicitário numa relação estreita com as agências. Seja um anúncio de jornal impresso, uma inserção nos intervalos de programas de rádio ou tv, e ,nos tempos de hoje, a publicidade nos cantinhos de páginas da internet, a certeza é que um contato publicitário atuou ali.

E como não deixa de ser um vendedor por natureza, ele está em constante atualização para as técnicas aplicadas a vendas, utilizando a criatividade, sabedoria e bom humor para atingir seus objetivos com ética e responsabilidade.

A AP Consultoria Empresarial reconhece a importância do Contato e homenageia a todos pela dedicação!

Dia das Crianças: Seja sempre uma delas!

Neste 12 de outubro, que tal voltar à sua essência esquecida lá na infância? 

Se você fosse criança, qual brinquedo gostaria? Aquele que teve um dia e de tão surrado alguém jogou fora? Aquele que nunca teve, e – ao passar na vitrine – enchia seus olhos de sonhos? Aquele que transforma o mundo? Ou aquele que transforma você? Se as perguntas mergulham sua mente no passado,  num tempo bom,  de lembranças misturadas, e o coração foi para a saudade, o sorriso no canto da boca e uma discreta lágrima caiu, veja só, ser criança era mesmo o auge da vida!

Se brincar era o verbo e feliz o sentimento, havemos de lembrar que ser criança valia a pena. Da inocência, do sorriso fácil, da capacidade de achar graça em tudo, de se contentar com tudo, de terminar um choro rápido e no minuto seguinte voltar a brincar, essa doce fase chamada infância nunca deve sair de nós… E isso não é ser “infantilizado”. É ser maduro suficiente e com sabedoria suficiente para agir na mesma plenitude daquela criança que você já foi.

No mundo de hoje, encontrá-la dentro de si parece ser caminhar por uma estrada sem destino. Mas, volte a pensar no brinquedo… Se encontrou lá no primeiro parágrafo o que tanto desejava, lá também está o melhor de você. Neste Dia das Crianças, mais que um brinquedo dado e que o pensamento positivo, queremos que você ria muito, pule, fantasie, adormeça, sonhe. Viva cada minutinho. Se puder, dê as mãos para um pequenino ao seu lado, ele certamente lhe ensinará tudo que você precisa saber. E sentir!

Independência do Brasil: porquê nunca esquecer esses quase 200 anos

A data – bem mais que um feriado – é um marco histórico brasileiro, e traçou os novos rumos da nação até hoje

A Independência do Brasil – que deixou de ser colônia de Portugal em sete de setembro de 1822 para ser uma nação soberana – completa hoje 197 anos. Importante data como marco histórico, traçou o futuro do país, que começou a criar a nacionalidade brasileira.  E será sempre motivo de ser devidamente lembrada, embora nas ruas, tantas vezes, a população saiba do feriado, mas não se  recorde do motivo dele.

Às margens do riacho Ipiranga, a independência de Portugal teria sido proclamada pelo príncipe regente,  Dom Pedro, rompendo politicamente com o Império Português. O ato em si é colocado em dúvida por muitos historiadores, mas o fato não se questiona. E foi resultado de um processo que durou anos, tendo início quando Dom João VI,  rei de Portugal, pai de D. Pedro, chegou ao Brasil em 1808. Diz a História, ainda, que a esposa de D. Pedro,  Leopoldina, no dia 02, juntamente com ministros, decidiu pela separação definitiva entre Brasil e Portugal, assinando então a declaração de independência. A carta foi enviada ao marido, em viagem a São Paulo, que a leu, deu o grito e oficializou a ruptura.

De imediato, a independência brasileira proporcionou o início da organização do Estado,  mas pouco trouxe de mudanças profundas no quadro político e social do país. Houve conflitos posteriores de resistência, mas que não alteraram o novo status. A primeira Constituição genuinamente brasileira foi criada dois anos depois, em 1824. E veio também uma grande dívida, já que o Brasil teve que pagar dois milhões de libras como indenização aos portugueses por essa “tal independência”.

Nos rumos da história, outras constituições e dívidas vieram, até depois que a nação se tornou República em 1889. Chegar aos dias atuais com a missão de refletir sobre seu passado, é também fazer dos erros, futuros acertos.

Setembro Verde – A cor para conscientizar sobre Doação de Órgãos

Durante todo mês, ações se multiplicam para abordar o tema da doação e do transplante de órgãos, com números crescentes no Paraná e no Brasil

Nos meses de muitas cores, o setembro ganha tons esverdeados numa bandeira mais que brasileira: a campanha  sobre doação de órgãos é uma luta mundial! Nas terras verdes e amarelas, ganhou um dia para marcar na agenda: 27 de setembro, Dia Nacional de Doação de Órgãos, de acordo com o calendário do Ministério da Saúde. E no mês todo, muitas ações para quebrar tabus, informar e conscientizar. Os resultados chegam em números.

“O Brasil é referência mundial na área de transplantes e possui o maior sistema público do mundo”, ressalta o site do Ministério, que reforça”: “Atualmente, cerca de 96% dos procedimentos de todo o País são financiados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Em números absolutos, o Brasil é o 2º maior transplantador do mundo, atrás apenas dos EUA. Os pacientes recebem assistência integral e gratuita, incluindo exames preparatórios, cirurgia, acompanhamento e medicamentos pós-transplante, pela rede pública de saúde.”

O Paraná multiplicou por cinco o número de doações em dez anos (2008 – 2018), mas o desafio ainda é grande.  44% das doações são efetivadas com o transplante e as negativas das famílias ainda representam quase um terço (27%), do total  de possíveis doadores. Para ajudar a mudar essa estatística, uma das iniciativas partiu de Adriana Pontin, diretora executiva da Excelência Mkt & Eventos a partir de 2013, à pedido da OPO Organização de Procura de Órgãos de Londrina.

“Juntos com a OPO, fizemos uma exposição de fotos, “Doar Faz Bem ao Coração”,  e reunimos pacientes que estavam na fila de espera e receberam o transplante, e familiares que autorizaram a doação”, lembra. A abertura foi no Shopping Catuaí, em setembro daquele ano, alusiva à campanha Setembro Verde, com fotos assinadas por Kely Sciena. “De lá para cá, não paramos mais!” Adriana ainda realiza diversas ações entre palestras, rodas de conversas, caminhadas e corridas, desfiles, seminários, tudo em prol da conscientização sobre a importância de autorizar e manifestar em vida a vontade de ser um doador de órgãos e tecidos.

Fale sobre isso – Converse com sua família e deixe-os cientes do seu desejo de ser um doador de órgãos e tecidos. A autorização só pode ser feita pela sua família, por isso é tão importante que você converse com seus familiares! Doação de órgãos é salvar vidas!

Semana Nacional do Excepcional ressalta importância da família

Com ações realizada pelas Apaes de todo país, Semana pretende conscientizar sobre envolvimento da família para lutar por políticas públicas a pessoas com deficiência

A Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla ou do Excepcional abre mais um ciclo de debates 2019, que passam por temas sempre atuais, como igualdade e inclusão. De 21 a 28 de agoto, a Federação Nacional das Apaes, promove ações de incentivo nos municípios brasileiros, para mobilizar a sociedade diante da reflexão, que ganhou força com a Lei 13.585 de 26 de dezembro de 2017, que institui a Semana.

O tema de 2019 é  “Família e pessoa com deficiência: protagonistas na implementação das políticas públicas”, com várias estratégias de mobilização, e reforça a importância da participação da família, em todos os processos de vida se seus filhos. seja educacional, de desenvolvimento, de habilitação e reabilitação, e demais projetos como na gestão das Apaes.

A Semana Nacional pretende, portanto, disseminar bandeiras necessárias para a implementação de políticas públicas no Brasil, que garantam direitos sociais e o acesso à formação cidadã da pessoa com deficiência. Desde a criação de programas escolares e outras ações que garantam autonomia e valorizem as competências e habilidades desses especiais sujeitos da sociedade.

Dia dos Pais: Você conhece essa história?

Data criada com mote religioso por jornal carioca se difundiu e se tornou uma das mais prestigiadas ao longo do ano

Historicamente, o Dia dos Pais sempre foi menos “badalado” no Brasil que o Dia das Mães, que passou a existir antes. Afinal, mãe é mãe, né! Mas nos últimos anos, a figura paterna, que remete a companheirismo, parceria, e aquela mão amiga e forte, pronta para apoiar e elevar a auto estima dos filhos, se configurou, e salta aos olhos de consumidores, nas propagandas televisivas, sendo, hoje, um reflexo do modelo atual da sociedade, com pais cada vez mais conscientes e presentes na formação de suas crias.

No mundo todo,  é uma das datas mais prestigiadas do ano, em dias diferentes e com origens diversas também; e vem no conjunto de datas comemorativas de que o comércio se vale para elevar as vendas (já defendemos aqui a importância dessas datas como forma de fomentar a economia nacional). Aos filhos, cabe a homenagem.

Sempre no segundo domingo de agosto, o Dia dos Pais no Brasil foi comemorado pela  primeira vez em 1953, no dia 16 de agosto, data criada como “Dia do Papai”, no jornal carioca O Globo. O dia era também de São Joaquim, pai de Maria, mãe de Jesus Cristo, considerado o patriarca das famílias, na fé católica. Desde o início, o apelo familiar tinha sim um viés comercial.

Mas o fato é que a homenagem, restrita ao Rio de Janeiro,  pegou, e a partir do segundo ano, se difundiu para o Brasil todo, deslocando-se a data para um domingo, e consagrando um dia dedicado a essa figura, que de ‘carrancudo a babão’ está sempre no coração, e merece, no mínimo, um grande abraço!

Desejamos a todos os pais um feliz dia!

Dia mundial do rock: mais que uma data, um ritmo que conquista gerações

Data foi instituída durante o lendário Live Aid, que reuniu bandas renomadas em 1985. Mas antes e depois, nomes icônicos do estilo musical se eternizaram 

O Rock n’Roll já influenciou tanto as vidas, as trilhas e a história da música, que, gostando do ritmo ou não, impossível é não reconhecer quando os primeiros sons de guitarras ecoam em algum ambiente. É um som que tem  DNA próprio, que transpassa a linha do tempo, a barreira de gerações, e conquista gostos independentemente do nível de  exigência do ouvido. Aos que amam, não importa em que ano nasceram. O que importa é que ele – o rock – nunca fica velho.

Se a origem remete à década de 1940, numa mistura de blues, country e outros ritmos, nos anos 1950, um nome surgiu para nunca mais morrer: Elvis Presley seria um dos grandes ícones, porém não único, desse estilo musical que tanto encanta. Anos 60 chegaram e o estilo transgressor se estabeleceu. O quarteto de Liverpool ganhava o mundo para sempre, como a maior banda de todos os tempos. Claro que se trata de The Beatles, a quem até um jovem de 15 anos, apaixonado por música,  se rende em pleno 2019.

A trajetória do rock seguiu, outros nomes históricos vieram. Já a data,  13 de julho, nasceu como dia mundial do rock em outro momento lendário dessa trajetória. Era 1985, e um grande evento chamado Live Aid, foi um acontecimento. Um show simultâneo em Londres, na Inglaterra, e na Filadélfia, nos Estados Unidos, reuniu artistas com objetivo de arrecadar fundos para combater a drástica pobreza e a fome na Etiópia. Led Zeppelin, Dire Straits,  Joan Baez, David Bowie, BB King, Rolling Stones, Sting, Scorpions, U2, Paul McCartney, Phil Collins, Eric Clapton, Black Sabbath, entre outros, se revezavam no palco. O show foi transmitido ao vivo para diversos países. Na ocasião, o cantor e baterista Phil Collins propôs que o dia 13 de julho fosse lembrando como Dia Mundial do Rock.

Recentemente o show, único e lendário, o qual nunca mais se conseguiu repetir, foi reproduzido com fidelidade no filme Bohemian Rhapsody, que retrata a trajetória de  Freddie Mercury e consequentemente do Queen. Críticos de todos os cantos reconhecem que essa foi a melhor apresentação da banda. O longa reviveu com maestria momentos icônicos, do Queen, de Mercury, e do Live Aid, que se tornou também símbolo de um ritmo que ainda promete percorrer mais e mais gerações. Vivo e cheio de nomes que nunca vão deixar de existir,  de acordes marcantes, de estilo intenso que remete à própria dança da vida!

Feriado municipal de Londrina alia religiosidade e festa

Dia do padroeiro de Londrina remete à história e a fé da comunidade católica

O padroeiro de Londrina sempre foi o Sagrado Coração de Jesus. Mas só a partir de 2003, o feriado religioso – que é móvel, comemorado na sexta-feira seguinte ao Corpus Christi – passou a valer no município.

Os católicos contam que foi ideia dos primeiros moradores da cidade antes mesmo da emancipação política, ocorrida em dezembro de 1934. Em março de 1932, época em que Londrina pertencia à diocese de Jacarezinho, o bispo Dom Fernando Tadei trouxe para cá a primeira imagem do padroeiro, que desde então pode ser apreciada na Catedral Metropolitana.

Até 2002, porém, havia uma confusão – a até polêmica religiosa – já que se acreditava ser Nossa Senhora da Imaculada Conceição a verdadeira padroeira, festejada no dia 8 de dezembro, antevéspera do aniversário do município.

Desde a oficialização do feriado municipal, a data é comemorada com festa e devoção. No estacionamento da Catedral, barracas de comidas típicas e brincadeiras infantis são atração todos os anos, fora a programação religiosa para os devotos. A movimentação de uma sexta-feira comum dá lugar a paisagens tranquilas, com pouca gente na rua, que aproveita o dia, também, para descansar.